Comunidade destinada para a pesquisa e debates sobre Ufologia, vida extraterrestre, Criptozoologia,Parapsicologia e misterios em geral! Comunidade no Orkut! http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=96661473
domingo, 22 de julho de 2012
Monstro de Flatwoods
Cinco anos após Roswell 1947, aconteceu outro fato envolvendo um UFO na história americana. Em 12 Setembro de 1952 um suposto objeto penetrou no espaço aéreo americano e deixou de funcionar caindo em uma fazenda na pequena cidade de Flatwoods, Virgínia ocidental, entre as montanhas de Allegheny. Momentos mais tarde, um grupo de pessoas curiosas da cidade, foram ao local investigar o ocorrido. Quando chegaram no local eles viram algo em cima das arvores que mudariam suas vidas. Perto de uma árvore grande, as testemunhas oculares estarrecidas descreveram ver uma entidade que se elevasse sobre a altura e se fosse de tamanho tremendo. O governo explicou oficialmente avistar como sendo atribuído a um meteoro passando na proximidade, e uma coruja na árvore. Flatwoods foi posto sobre o mapa e milhares de pessoas visitaram a área. Também houve cobertura de transmissão de rádio e de televisão da época. Nessa época o governo estava fazendo de tudo para acalmar a população, que achava que estaria sendo invadida por alienígenas e todos estavam em panico no país. A história do Monstro de Flatwoods, começou a se difundir entre verdades e mentiras. O governo para evitar pânico das pessoas logo executou rapidamente uma planta da desinformação e esta história logo foi se esquecida. As testemunhas oculares foram ridicularizadas e os moradores de Flatwoods caíram no esquecimento. A maioria das pessoas envolvidas falavam no assunto citava o fato como “Monstro” e a história transformou-se em uma parte de uma história de folclore de Virgínia. Jr. Frank de Feschino escreveu um livro que documenta este incidente. É o único livro sobre o ocorridodo Incidente do Monstero de Flatwoods. Este livro revela o que ocorreu de verdade em 12 de setembro de 1952. Desde que o incidente ocorreu em 1952, Feschino era o único investigador para pesquisar completamente durante um tempo considerável este mistério que ja dura 50 anos. Sua investigação já passa de dez anos, e já descobriu centenas de ofícios originais e as testemunhas reais envolvidas. Após anos em decifrar a informação contida nestes documentos originais, Feschino colocou eles finalmente em uma ordem cronológica. Combinou então a informação destes originais junto com a informação que recebeu das testemunhas oculares que entrevistou. Entrementes, Feschino vasculhou os arquivos das bibliotecas e das universidades dos Estados Unidos na busca de mais respostas. Descobriu uma riqueza da informação e dos dados históricos a respeito deste incidente. Com esta informação, deu forma a uma linha do tempo dos eventos. Feschino consultou diversos cientistas que lhe ajudaram com suas opiniões peritas e a verdade do Incidente do Monstro de Flatwoods.
O Monstro de Crawfordsville
Entre os relatos mais fantásticos de aparições de OVNI há um que aconteceu em Crawfordsville, Indiana, no começo de setembro de 1891.
Segundo a reportagem do Indianápolis Jouranal de 5 de setembro, às 2 h da madrugada do dia anterior, surgiu a oeste do céu uma “aparição horrível”, vista por dois homens que empurravam uma carroça. A 30 m de altura, com 6 m de comprimento e 2,50 de largura, uma figura sem cabeça e oblonga, aparentemente uma variedade bizarra de algum ser vivente, movendo-se com vários pares de barbatanas, começou a rodear uma casa próxima. Sumiu no leste por um breve período e depois voltou. Os dois, de curiosidades satisfeita, deram asas ao compreensível impulso de correr. Mas não foram as únicas testemunhas, um pastor metodista, reverendo G.W. Switzer, e a esposa também presenciaram o fenômeno.
A criatura voltou na noite seguinte, e então centenas de cidadãos de Crawfordsville viram aquelas barbatanas baterem violentamente e aquele olho vermelho flamejante. Ela “se contorcia, como se agonizasse”, e emitia um “ruído chiado e lamuriento”, pairando a 90 cm no ar. A certa altura, tirou uma rasante sobre os espectadores, que juraram ter sentido seu “hálito quente”.
Anos depois, quando Charles Fort leu a reportagem na edição de 10 de setembro de 1891 do Brooklyn Eagle, desconfiou, “convencido de que o tal reverendo G.W. Switzer de Crawfordsville não existia”. Tomada por uma curiosidade mais forte que si mesmo, foi investigar e, para sua surpresa, “soube que o ReverendoG.W. Switzer de fato morava em Crawfordsville em 1891”. Escreveu ele, para o novo endereço em Michigan, e o reverendo respondeu que, assim que voltasse de viagem, mandaria um relato completo do que vira. Infelizmente, Fort acrescentou, “não consegui receber o tal relato...O problema é, “apareceu mesmo um monstro sem cabeça na Crawfordsville, em setembro de 1891? Quanto ao resultado da minha pesquisa, publico-o aqui: assim, o reverendo G.W. Switzer morava em Crafordsville na época”.
Em tempo porém, Vicent Gaddis, repórter de um jornal de Crawfordsville e membro da Sociedade Forteana, conseguiu melhores resultados. Entrevistou os antigos moradores da cidade, que disseram que a história era verídica e contaram sobre a aparição de 6 de setembro, vista por muita gente mas não divulgada na imprensa. Gaddis escreveu, “todos os relatos referem-se ao objeto como um ser vivo”, em outras palavras, uma das hipotéticas formas atmosféricas de vida que viram constatar das primeiras teorias a respeito dos objetos voadores não identificados.
Segundo a reportagem do Indianápolis Jouranal de 5 de setembro, às 2 h da madrugada do dia anterior, surgiu a oeste do céu uma “aparição horrível”, vista por dois homens que empurravam uma carroça. A 30 m de altura, com 6 m de comprimento e 2,50 de largura, uma figura sem cabeça e oblonga, aparentemente uma variedade bizarra de algum ser vivente, movendo-se com vários pares de barbatanas, começou a rodear uma casa próxima. Sumiu no leste por um breve período e depois voltou. Os dois, de curiosidades satisfeita, deram asas ao compreensível impulso de correr. Mas não foram as únicas testemunhas, um pastor metodista, reverendo G.W. Switzer, e a esposa também presenciaram o fenômeno.
A criatura voltou na noite seguinte, e então centenas de cidadãos de Crawfordsville viram aquelas barbatanas baterem violentamente e aquele olho vermelho flamejante. Ela “se contorcia, como se agonizasse”, e emitia um “ruído chiado e lamuriento”, pairando a 90 cm no ar. A certa altura, tirou uma rasante sobre os espectadores, que juraram ter sentido seu “hálito quente”.
Anos depois, quando Charles Fort leu a reportagem na edição de 10 de setembro de 1891 do Brooklyn Eagle, desconfiou, “convencido de que o tal reverendo G.W. Switzer de Crawfordsville não existia”. Tomada por uma curiosidade mais forte que si mesmo, foi investigar e, para sua surpresa, “soube que o ReverendoG.W. Switzer de fato morava em Crawfordsville em 1891”. Escreveu ele, para o novo endereço em Michigan, e o reverendo respondeu que, assim que voltasse de viagem, mandaria um relato completo do que vira. Infelizmente, Fort acrescentou, “não consegui receber o tal relato...O problema é, “apareceu mesmo um monstro sem cabeça na Crawfordsville, em setembro de 1891? Quanto ao resultado da minha pesquisa, publico-o aqui: assim, o reverendo G.W. Switzer morava em Crafordsville na época”.
Em tempo porém, Vicent Gaddis, repórter de um jornal de Crawfordsville e membro da Sociedade Forteana, conseguiu melhores resultados. Entrevistou os antigos moradores da cidade, que disseram que a história era verídica e contaram sobre a aparição de 6 de setembro, vista por muita gente mas não divulgada na imprensa. Gaddis escreveu, “todos os relatos referem-se ao objeto como um ser vivo”, em outras palavras, uma das hipotéticas formas atmosféricas de vida que viram constatar das primeiras teorias a respeito dos objetos voadores não identificados.
Assinar:
Comentários (Atom)