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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Mulher em conserva

Corpo de mulher morta há dois mil anos é encontrado conservado em líquido misterioso.
O cadáver de uma mulher morta há mais de dois mil anos foi encontrado na China em bom estado de conservação, graças a um misterioso fluido. O corpo da mulher que, segundo os especialistas viveu durante a Dinastia Han (206 a.C. a 24 d.C), ainda conserva partes da pele, do tecido muscular e veias.
O achado aconteceu em julho, quando trabalhadores de uma construção em Lianyungang, província de Jiangsu esbarraram acidentalmente no caixão. De acordo com Zhou Jinping, curador do museu Lianyungang, “o cadáver estava imerso em um fluido especial colocado no caixão”. Junto ao corpo, foram encontrados um recipiente para comida feito de bambu, um pente, um espelho de cobre e um grampo para cabelos.
Embora os estudos para identificar a origem do corpo já tenham começado, a composição do líquido capaz de conservar o cadáver por dois milênios permanece um completo mistério... (revista Mistério n° 1).

O buraco que ajudou a medicina

O médico William Beaumont descobriu o processo da digestão nos seres humanos e uma forma nada convencional. Ele cuidou de um jovem franco-canadense chamado Aléxis Saint Martin, ferido acidentalmente por um tiro na barriga no dia 6 de julho de 1822,na região norte de Michigan, EUA. Apesar de curado, Saint Martin ficou com uma abertura na barriga de quase 2cm, que levava direto ao estômago. Beaumont usou-o como objeto de suas experiências, estudando o comportamento do estômago do paciente e de suas secreções digestivas sob todas as condições possíveis. Assim, o médico conseguiu realizar um trabalho pioneiro sobre a digestão, publicou no livro Experiências e Observações, de 1833. Saint Martin morreu em 1880 aos 80 anos, 27 anos depois da morte de Beaumont. A ferida nunca cicatrizou.